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Conheça o bicudo, pássaro com canto flauteado e gutural

O bicudo (Oryzoborus maximiliani) é um pássaro silvestre considerado nobre e recebe esse nome devido ao grande e largo bico. É um parente muito próximo do curió e, assim como ele, é excelente cantor. Atualmente existem dois tipos de bicudo: o Oryzoborus crassirostris, que pode ser encontrado no Amazonas, e o Oryzoborus crassirostris maximiliani, encontrado no Mato Grosso, em Goiás, em Minas Gerais, na Bahia, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

7 pragas agrícolas de fora que ameaçam as frutíferas do Brasil

Bactérias, fungos, vírus, nematoides, insetos e ervas daninhas estão entre as pragas agrícolas quarentenárias, ainda não encontradas no Brasil, mas que podem colocar em risco os cultivos de frutíferas do país. Com ações preventivas, como plano de contingência e alerta fitossanitário, é possível impedir ou dificultar a entrada dessas pragas em nosso território, principalmente via importação.

Peixes de água doce do Brasil - Bicuda (Boulengerella maculata)

O peixe Bicuda é um peixe de escamas, com corpo alongado e roliço. Possui boca grande, pontuda e bastante dura. Sua coloração varia de espécie para espécie, normalmente, o dorso é cinza com os flancos e o ventre prateados. Em seu corpo, há também pintas pretas. Sua nadadeira dorsal está localizada na metade posterior do corpo e seu último raio, assim como na anal, é um pouco mais comprido. Já as nadadeiras pélvica e anal apresentam a margem preta e a caudal uma faixa preta nos raios medianos. O Bicuda pode atingir cerca de 1 m de comprimento total e 6 kg de peso.

Curió e bicudo: acasalamento em criatório

De acordo com Fábio Hosken, professor do Curso a Distância CPT Criação Comercial de Curiós e Bicudos, em Livro+DVD e Curso Online, "Em época de acasalamento do curió há grande atividade no criatório, e a atenção do criador deverá ser redobrada. O ninho deverá estar sempre à disposição da fêmea. É feito com uma armação de arame, na qual é encaixado um revestimento de fibra vegetal". Normalmente, faz-se um isolamento visual do ninho, com uma placa de cortiça, por exemplo, na parte externa da gaiola.

O segundo maior roedor do Brasil? A paca. Conheça!

A paca (Agouti paca) pode medir cerca de 70 cm e pesar até 10 kg, representando um dos maiores roedores do Brasil, perdendo, em tamanho, para a capivara. Em geral, só tem um filhote por vez e até duas gestações por ano. “Notívaga, a paca se alimenta de frutas e raízes. Assim como a capivara, era encontrada originariamente em quase todo Brasil”, afirma Prof. Fábio Morais Hosken, professor do Curso CPT Criação Comercial de Paca.

Criação de pássaros silvestres ajuda na preservação das espécies

Bicudos e curiós são aves de origem silvestre, existentes na América. No Brasil, houve a dizimação dessas espécies em habitat natural, à exceção da Amazônia, onde ainda há curiós em abundância. São muito dependentes das condições naturais de seu habitat, notadamente o bicudo, da existência de água despoluída, de capim navalha (tiririca), de veredas (pindaívas), de grandes alagados e de toda uma vegetação adequada. Isso tudo é o mínimo necessário ao processo de vida natural desses pássaros.

As cobras mais venenosas do Brasil

Classificar as serpentes mais venenosas do Brasil é um assunto um pouco complexo, pois temos de avaliar a quantidade de acidentes ofídicos, bem como as consequências do envenenamento. No entanto, quatro delas são bastante significativas, como a coral verdadeira, a cascavel, a surucucu e a jararaca. A coral verdadeira é a mais venenosa, embora cause apenas 1% dos acidentes com cobras no país. Em segundo lugar, está a cascavel; em terceiro, a surucucu pico-de-jaca; e, em quarto, a jararaca, responsável por mais de 80% dos acidentes no Brasil. Independente de seu tamanho, uma única picada de uma dessas criaturas pode ser tão letal quanto o ataque voraz de um grande carnívoro. Por outro lado, as serpentes (ou cobras) contribuem, e muito, para a medicina. O Captopril (hipertensão), isolado do veneno da jararaca, é um exemplo disso, além da cola para fins cirúrgicos. Daí a importância de se preservar as espécies, respeitando-as.

Biomas do Brasil: Cerrado

O cerrado é o segundo maior bioma brasileiro e o mais antigo de todos, com aproximadamente 65 milhões de anos. Diz-se que o ele é uma "floresta de cabeça para baixo", já que 70% de sua biomassa encontra-se dentro da terra não permitindo, segundo alguns especialistas, qualquer tipo de revitalização. Portanto, é bom que se saiba que uma vez devastado, devastado para sempre. Corresponde a uma área de 2.036.448 Km², 23,92% do território nacional, e ocupa a totalidade do Distrito Federal e parte do território da Bahia (27%). No Estado de Goiás 97%, no Maranhão 65%, no Mato Grosso 39%, no Mato Grosso do Sul 61%, em Minas Gerais 57%, no Paraná 2%, no Piauí 37%, em Rondônia 0,2%, em São Paulo 32% e em Tocantins 91%. Verdadeiro mosaico de tipos de vegetação, solo, clima e topografia bastante heterogêneos.

Biomas do Brasil - Zona de Cocais

A zona de Cocais, nome dado a este bioma devido à grande quantidade de cocais encontrados em seu território, está situada em uma área de transição entre a Caatinga e a Amazônia, o que nos permite encontrar muitas características desses dois biomas. Esta zona tem muitas formas de relevo, como a planície, as depressões, o planalto, a estrutura rochosa formada por rochas cristalinas (formada por cristais) e sedimentares. Em sua vegetação, registramos a presença de florestas dominadas por palmeiras, com folhas grandes e finas, como o buriti, oiticica, babaçu e carnaúba.

Zebuínos no Brasil - raça Nelore e Nelore Mocho

O primeiro casal de Ongole ao chegar ao Brasil foi em 1875. A princípio, o Nelore era cruzado com o Guzerá, tanto quanto com outras raças que chegavam da Índia, pois na concepção antiga "tudo era Zebu". Devido ao fato de os criadores gostarem de orelhas grandes, característica que diferenciava o gado europeu do indiano, ganhavam destaque os produtos que mais se assemelhavam ao Guzerá (Guzonel). Com isto, o Nelores, de curtas orelhas caía em depreciação e menos prestígio. Apenas na década de 1950, o Nelore passou a frequentar as Provas de Ganho de Peso nos concursos, mostrando ser um animal realmente precoce e de alta velocidade de ganho de peso. Por se tratar de um gado rústico, exigir pouca mão de obra, ser resistente, precoce e também pelo fato de as vacas não precisarem ser recolhidas aos currais no momento da parição, o Nelore começou a ?ganhar o mundo?, desbravando fronteiras agropecuárias antes inimagináveis. Com isto, a vaca Nelore garantiu o predomínio da raça no país inteiro. Pela primeira vez, o pecuarista podia ter um gado que exigia pouco trabalho, permitindo que a atenção ficasse voltada para o melhoramento zootécnico. Desde 1955, o Nelore nunca mais parou de aumentar seu efetivo e hoje predomina na maior parte do território pecuário nacional.

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