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Boas práticas de identificação de bovinos

A identificação dos animais pode ser feita por três métodos diferentes e ajuda a potencializar os resultados da criação

Bovino com brinco de identificação - imagem ilustrativa

Gilmar Ferreira, professor do Curso CPT Bovinos de Corte em Confinamento – Instalações, Produção de Alimentos e Escolha dos Animais, destaca que a pecuária de corte envolve diversas etapas de manejo para que ela seja viável economicamente e para que produza os lucros esperados pelo pecuarista.

Nesse sentido, é importante que ele conheça detalhadamente cada uma delas. A identificação de bovinos é uma ferramenta muito útil para os produtores, podendo ser utilizada como uma estratégia para potencializar os resultados. Deve-se manter sempre atualizados os registros sobre as condições de criação e o desempenho dos animais.

A identificação ainda ajuda a resolver problemas diários, a partir do monitoramento de diversas informações e da detecção de pontos críticos que demandem controle por parte do criador. Ainda, a identificação individual dos bovinos contribui significativamente na organização de todas as informações levantadas.

A partir de um código, que pode ser feito pela combinação de números, letras ou dos dois, produz-se uma identificação única para cada animal, o que torna possível diferenciá-los uns dos outros. Todo o processo de identificação deve ser executado de forma a evitar o estresse e o sofrimento dos bovinos de corte.

Métodos de identificação

- Tatuagem

Esse método é um dos mais eficientes, pois é permanente e de fácil realização. Com os instrumentos próprios para a realização da tatuagem, marca-se o código do animal, geralmente, na parte interna da orelha. A única desvantagem é que, para verificá-lo quando necessário, o produtor tem que conter o animal.

- Brincos de identificação

Diferentemente da tatuagem, a aplicação de brincos de identificação permite visualização mais fácil. Também apresenta facilidade ao ser executado, porém todos os procedimentos de aplicação dos brincos devem ser realizados com precisão para evitar que haja acidentes com os animais ou falhas durante. Ainda nesse contexto, vale ressaltar que os brincos apresentam um problema conhecido como falha de retenção, o que torna a vida do produtor um pouco mais complicada. Produtos de baixa qualidade e/ou falhas na aplicação facilitam a perda dos brincos, perdendo a identificação dos bovinos.

- Marcação a fogo

A marcação a fogo é um dos métodos mais antigos de identificação de bovinos, podendo ser utilizada para marcar a raça, o proprietário, o indivíduo e algumas práticas de manejo. Porém, não privilegia o bem-estar animal, pois é um procedimento doloroso. Entretanto, em alguns casos, é obrigatória, como quando o animal é vacinado de brucelose. Se bem executada, torna-se permanente e facilita a identificação visual do animal; quando mal feita, causa lesões graves nos animais, dor e sofrimento.

Passo a passo da identificação

- É fundamental planejar e organizar todo o processo de identificação;
- Após definir o método, deve-se definir o local, os animais e quem fará a identificação;
- Checar a qualidade dos materiais é imprescindível, bem como garantir que estão limpos e em condições de serem usados;
- A pessoa envolvida na identificação deve estar bem preparada e conhecer todo o processo;
- Nesse momento, não se deve ter pressa;
- Evite errar para não marcar o animal errado e ter que marcar duas vezes, por exemplo;
- Animais muito agitados devem ser acalmados antes da marcação;
- Caso o local marcado inflame ou tenha bicheiras, solicite a presença de um veterinário para orientar sobre o que deve ser feito.

 


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Fonte: Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Boas práticas de manejo, identificação/ Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. Anita Schmidek, Hugo Durán, Mateus J.R. Paranhos da Costa – Brasília : MAPA/ACS, 2013. 42 p. : il.
por Renato Rodrigues

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