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Quer melhorar a produtividade bovina? Vermífugos neles!

O Brasil investe milhões por ano no controle das verminoses em seus rebanhos. No entanto, muitos pecuaristas fazem a vermifugação em épocas incorretas e em animais pouco afetados

Quer melhorar a produtividade bovina? Vermífugos neles!   Artigos CPT

Nas últimas décadas, houve uma conscientização da importância das verminoses. Concomitantemente, houve uma revolução no desenvolvimento de compostos químicos elaborados especificamente para uso como vermífugos, resultando em produtos de baixa toxidade e amplo espectro de atividade.

“No entanto, os resultados da aplicação desses produtos, com a finalidade de melhorar a produtividade bovina, têm sido decepcionantes por sua aplicação errônea”, explica Jackson Victor de Araújo, professor do Curso CPT Prevenção e Controle de Doenças em Bovinos - Verminose.

O Brasil investe milhões por ano no controle das verminoses em seus rebanhos. No entanto, muitos pecuaristas fazem a vermifugação em épocas incorretas e em categorias de animais pouco afetadas, acarretando desperdício, quando poderiam, com uma estratégia correta, ter retorno financeiro 4,5 vezes maior do que o investido com o protocolo.

O grupo de animais a ser tratado refere-se a bezerros até o seu desenvolvimento produtivo (idade de 2-3 anos), vacas recém-paridas (somente nesse período, pois os animais adultos não necessitam de vermifugação, por serem resistentes), e, ainda, os animais que apresentarem sintomas clínicos (mau estado de carnes, papeira, diarreia, anemia, pelo seco e outros). As épocas de aplicação do vermífugo devem ser realizadas abreviando o período seco e, para a região sudeste do Brasil, deve ocorrer nos meses de maio, julho e setembro.

Existem no mercado diversas drogas eficazes no controle das verminoses de bovinos. No entanto, em sua maioria, são recomendadas em subdosagens e, para serem aplicadas na dosagem correta, o produtor deve procurar a orientação de um médico veterinário. Outras medidas associadas à aplicação de drogas também são indicadas, como:


- Separar os animais por faixa etária;
- Deixar o pasto descansando;
- Manter um elevado nível nutricional dos animais, principalmente na seca; e
- Sempre que possível, após a vermifugação, mudar os animais para uma pastagem recém-descansada.

É importante enfatizar que é praticamente impossível eliminar os parasitas por completo, mas é fundamental traçar um programa de controle. Apenas dessa forma, será possível reduzir os níveis de parasitismo ao mínimo, compatíveis com a tolerância dos animais, para que não prejudique a produtividade.

Quando o controle é feito de forma adequada, é possível obter ganho adicional de 40 quilos - 1,3 arroba a mais de carne - por animal no abate. O primeiro passo é a prevenção, pois, caso se consiga detectar o parasitismo, que não é uma coisa muito fácil, o tratamento pode custar caro e, muitas vezes, não surtir efeito. Nesse sentido, é importante preocupar-se com o correto manejo dos animais, em relação a alguns fatores:


- Rotação de pastagens;
- Lotação e localização dos pastos;
- Condições sanitárias;
- Alimentação.

Quanto maior o número de animais numa pequena área de criação ou pastagem, maior será o risco de contaminação. O mesmo se aplica aos animais subnutridos ou doentes. Seria improdutivo tratar ou controlar a verminose, sem alimentar correta e satisfatoriamente os animais. Por outro lado, não seria correto alimentá-los com abundância e qualidade, sem controlar a verminose.

Um pouco mais sobre o que encontrar no Curso CPT Prevenção e Controle de Doenças em Bovinos - Verminose? Assista ao vídeo!


 

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Por Silvana Teixeira.

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