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Importância do programa alimentar na criação comercial de peixes ornamentais

Os peixes devem ser alimentados de três a sete vezes por dia, dependendo da etapa de sua vida, sempre com a quantidade de ração variando de acordo com a temperatura da água

Importância do programa alimentar na criação comercial de peixes ornamentais

Os peixes devem ser alimentados de três a sete vezes por dia, dependendo da etapa de sua vida, sempre com a quantidade de ração variando de acordo com a temperatura da água. “Os peixes necessitam de temperatura e de oxigênio para aproveitar bem o alimento”, explica Manuel Vazquez Vidal Junior, professor do Curso CPT Produção de Peixes Ornamentais.

Na baixa temperatura, o metabolismo do peixe diminui e ele não come toda a ração e, por isso, cresce menos. Assim, se não se corrigir o oferecimento de ração haverá sobras. Em caso de alta temperatura, o peixe come menos para não produzir energia, e assim evitar superaquecer.

Os peixes, ao se alimentarem, ficam com um excesso de energia e por isso conseguem depositar gordura e tecido muscular, num processo chamado de anabolismo. Após esse período, o peixe vai gastando energia e precisa mobilizar suas reservas de gordura, necessitando de proteínas para diversas funções. As reservas de proteína são retiradas dos músculos, num processo chamado de catabolismo.

Um exemplo de cultivo de apaiari, também chamado de oscar, em densidade de 10 peixes por metro cúbico (sistema semi-intensivo), em viveiros adubados, com uma quantidade diária de ração de 3% da biomassa. Esse peixe tem como temperatura ideal de cultivo 27°C. Considere que são colocados 4 kg de ração por dia no viveiro; em cinco refeições, serão 800 g por refeição. Caso a temperatura da água na hora da primeira refeição seja de 24°C, corrige-se a quantidade de ração para 623 g, conforme o cálculo a seguir:


800 – 8% = 736 (quantidade para 26°C)
736 – 8% = 677 (quantidade para 25°C)
677 – 8% = 623 (quantidade para 24°C)

Com correções simples como estas, e com a precaução em verificar se os peixes estão com comportamento normal, ou se apresentam sinais de falta de oxigênio antes de alimentá-los, pode-se economizar mais de 15% da ração. Isso sem comprometer a velocidade de crescimento, o peso final dos peixes, e melhorando a qualidade da água, uma vez que o excesso de ração entraria em decomposição consumindo oxigênio e liberando substâncias tóxicas.

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Por Silvana Teixeira.

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