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Principais espécies de rãs comestíveis no Brasil e no mundo

A carne de rã apresenta sabor similar ao da carne de frango, mas com baixo teor de gordura e alto teor de proteína

Principais espécies de rãs comestíveis no Brasil e no mundo

As rãs são classificadas como anfíbios (habitam o ambiente aquático e o terrestre). Em todo mundo, existem mais de 4 mil espécies de rãs, algumas delas comestíveis, outras não. Segundo Samuel Lopes Lima, zootécnico e professor do Curso CPT Criação de Rãs - Novas Tecnologias, a carne de rã apresenta sabor similar ao da carne de frango, mas com baixo teor de gordura e alto teor de proteína. Fora a quantidade de cálcio, bem maior que a contida no leite. Além de ser nutritiva, a rã comestível é lucrativa, pois sua carne apresenta elevado valor comercial.


Espécies de rãs comestíveis brasileiras


No Brasil, a caça de rãs não é permitida e quem infringir a lei está sujeito a penalidades por crime ambiental. Por outro lado, criar rãs em ranários não é proibido, pois o ranicultor tem de cumprir uma série de exigências legais para montar o negócio. As espécies de rãs comestíveis brasileiras mais criadas no país são a Leptodactylus labyrinthicus, conhecida popularmente como rã-pimenta e considerada a maior rã brasileira (entre 500 e 850 gramas de peso).

E não para por aí! Temos também a Leptodactylus pentadactylus, conhecida popularmente como rã-defumada-da-selva, e a Leptodactylus ocellatus, com os nomes populares rã-manteiga, rã-mirim e rã paulistinha, além da espécie de rã Leptodactylus macrosternum, capaz de produzir cerca de 4 mil ovos. Sem falar de outras espécies de rãs comestíveis menos populares, mas com carnes igualmente saborosas.


Principais espécies de rãs comestíveis no Brasil e no mundo

Espécies de rãs comestíveis estrangeiras


A Rana goliath (rã-golias) é considerada a maior rã comestível no ranking mundial. Originada da República dos Camarões (África), ela pode alcançar 40 centímetros de comprimento e sete quilos de peso. A segunda maior é a espécie Rana catesbeiana Shaw (rã-touro ou rã-touro-gigante), capaz de chegar a 1,750 gramas. Originária dos Estados Unidos, a rã-touro é a preferida dos ranicultores brasileiros por seu rápido crescimento, alto potencial de postura e fácil manejo.

No Chile, temos a espécie de rã comestível Galyptocephallela grayi, conhecida como rã-gigante-chilena, capaz de atingir 900 gramas. Entretanto, dentre as rãs comestíveis, essa espécie é a única que apresenta protuberâncias verrucosas no lombo. Já na Europa, merecem destaque a Rana temporaria (rã-russa ou rã vermelha) e a Rana viridis (rã verde), capaz de alcançar peso de abate aos 3 anos de vida.

Não podemos nos esquecer de outras rãs comestíveis estrangeiras, como a Rana pipiens, conhecida popularmente como rã-leopardo, além da Rana postulosa e Rana tarahuanare, capazes de viver a três mil metros de altitude. Independentemente da espécie de rã comestível, o ranicultor deve considerar alguns fatores importantes (como adaptação em cativeiro, precocidade e rendimento de carne) antes de adquirir os exemplares para iniciar a criação.

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Fontes: Rural News & Superinteressante

Por Andréa Oliveira

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