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Quais são os componentes recicláveis do lixo?

O lixo tem na sua composição química e física os componentes inertes e os orgânicos. Dentre estes, em primeiro lugar a matéria orgânica como principal componente, o papel e papelão e o plástico

Quais são os componentes recicláveis do lixo?   Artigos CPT

O lixo tem na sua composição química e física os componentes inertes e os orgânicos. Dentre estes, destaca-se, em primeiro lugar, a matéria orgânica como principal componente, o papel e papelão e o plástico. “Na massa de resíduos ainda existem aqueles que necessariamente não precisariam ser descartados, porque poderiam ser reciclados nas indústrias como matéria prima para a fabricação de novos produtos”, explica Maria Esther de Castro e Silva, professora do Curso CPT Compostagem de Lixo em Pequenas Unidades de Tratamento. Dentro desse conceito temos os materiais recicláveis, a matéria orgânica que pode ser transformada e os resíduos inertes.

Os materiais recicláveis podem ser classificados por tipo: papel, papelão, plástico, vidro, metal e outros. Nós estaríamos reduzindo em média 20% do lixo que é coletado e levado para os Aterros Sanitários com a reciclagem desses materiais. Por exemplo, a matéria orgânica, presente no lixo na proporção de 50 até mais de 60%, e que pode ser transformada em composto orgânico humificado e voltar para o ciclo ecológico sendo utilizada na recuperação de solos para agricultura. Portanto, se nós dermos uma solução global para o problema do lixo em termos de destinação, utilizando cada tipo de componente naquilo que pode ser aproveitado ou transformado, nós vamos ter um porcentual pequeno de rejeito, que deve ser eliminado em aterro sanitário.

Embora o plástico seja também um material reciclável, existem algumas dificuldades neste processo, primeiro porque nem todo plástico pode ser reciclado, segundo, porque o plástico não suporta reciclagens consecutivas, pois perde seu poder de elasticidade, passando a ser um componente inferior. Outro problema é que em aterros sanitários ele traz algumas inconveniências, pois, além de ocupar muito espaço, não é biodegradável e, ainda, uma vez no solo ele forma placas impermeáveis que dificultam a percolação do chorume e o escapamento do biogás. Se considerarmos outro componente do lixo que é reciclável, o papel por exemplo, temos que a cada 50 quilos de papel reciclado, evita-se o corte de uma árvore.

Outro exemplo são as latinhas de alumínio, fabricadas a partir da extração da bauxita. Para cada tonelada de latas de alumínio reciclada, evitamos a extração de 5 toneladas de bauxita, um mineral que não se renova na natureza, além de 95% de redução de consumo de energia. Assim acontece com o vidro, que é fabricado a partir de matérias-primas como a sílica, o feldspato, o calcáreo e a barrilha, por um longo processo, em que para cada quilo de vidro são necessários 1,2 quilos de matéria-prima natural. Portanto, tem-se a economia de 1 kg de vidro novo, para cada quilo de caco de vidro reciclado. Nesse caso, estaríamos preservando os recursos naturais e ainda evitando acidentes de trabalho com o vidro descartado, pois, se os cacos de vidros forem mal acondicionados, tornam-se um perigo à segurança do gari, causando sérios ferimentos, mesmo protegido por luvas.

Observa-se, portanto, que é importante a participação da comunidade no processo de limpeza, separando criteriosamente os resíduos, ainda nos domicílios, em recicláveis, não-recicláveis e em matéria orgânica. O processo de transformação desses componentes em novos produtos é muito melhor, mais bem feito e mais higiênico. Se a separação é feita no local do destino final, como acontece com as usinas de reciclagem, a separação é mais difícil, anti-higiênica e muitos componentes se perdem dentro do processo de coleta, como o papel, por exemplo.

O papel descartado é um componente do lixo que pode ser reciclado continuamente. Para que isso seja possível, ele não deve estar excessivamente umedecido, para não mofar, durante o período de estocagem, nem conter oleosidade e gorduras porque vai dificultar a desagregação das fibras.

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Por Silvana Teixeira.

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