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Cuidados que as empregadas domésticas devem ter durante a pandemia

Os cuidados básicos não devem ser negligenciados, uma vez que o contágio pelo coronavírus colocam em risco a vida do empregador, da empregada e de seus familiares

Faxineira de máscara e luva - imagem meramente ilustrativa

A pandemia trouxe diversas mudanças à sociedade, sobretudo em relação ao distanciamento social, que deve ser priorizado para impedir que o vírus causador da COVID-19 seja transmitido de um indivíduo a outro e continue se espalhando em todo o mundo. Devido a isso, alguns profissionais passaram a trabalhar em casa, enquanto outros não têm a mesma oportunidade.

No caso das empregadas domésticas, o home office é impossível e elas precisam se deslocar ao local de trabalho, tendo contato com os moradores dele. Vale destacar que o ambiente doméstico é diferente do ambiente empresarial e a proximidade entre essa profissional e a família é maior, o que demanda cuidados ainda mais minuciosos.

Os especialistas da Ecoter, professores do Curso CPT Treinamento de Empregada Doméstica, ressaltam que quando o trabalho doméstico é realizado de maneira organizada e bem planejada, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde, o risco de transmissão do vírus do empregado para o empregador ou vice-versa é minimizado.

Nesse contexto de risco à saúde, alguns cuidados devem ser tomados pelas empregadas domésticas durante a pandemia. A seguir, confira um miniguia que te ajudará a trabalhar garantindo a segurança de todos:

Em primeiro lugar: fique atento aos sintomas da COVID-19 e aos cuidados básicos

Os sintomas de grande parte das pessoas contaminadas são muito semelhantes aos de uma gripe comum, o que obriga a que não se considere como “normal” a presença de um ou de alguns deles. Os testes para a detecção do vírus podem ser realizados, mas costumam ser caros e, quando realizados gratuitamente pelo município ou pelo estado, costumam ser demorados. Logo, fique atento ao perceber febre, cansaço excessivo, tosse seca, diarreia, dificuldades e/ou infecções respiratórias, falta de apetite, perda de olfato e de paladar, entre outros.

Os cuidados básicos recomendados pelos órgãos competentes são: utilização de máscara, higienização frequente das mãos (dedos, unhas, palma e dorso) com água e sabão ou com álcool gel, evitar tocar nariz, olhos e boca e evitar o contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

Evitando a contaminação

Dado que o transporte público é considerado o principal meio de locomoção das profissionais domésticas, ele acaba se tornando uma das formas mais fácil de contágio, haja vista que, infelizmente, não permitem o distanciamento social recomendado. Neles, além da máscara posicionada corretamente no rosto – cobrindo nariz e boca –, também é possível utilizar luvas descartáveis. Ao chegar ao local de trabalho, a doméstica deve higienizar as mãos e trocar de roupa, evitando colocá-la em superfícies com as quais se tenha contato (isso também deve ser feito por essa profissional ao retornar à sua casa). O empregador ainda pode, para garantir a segurança, ajudar com outro tipo de locomoção, como buscar a empregada com seu próprio veículo ou custear um transporte particular, evitando aglomerações.

Dentro do ambiente doméstico

Em relação aos EPIs (equipamentos de proteção individual), tudo o que for capaz de evitar a contaminação se torna indispensável: máscaras, luvas, álcool gel, óculos de proteção e outros EPIs devem ser oferecidos pelo empregador.

Ainda no ambiente doméstico, o estabelecimento de uma rotina de limpeza da casa tem impacto positivo na prevenção do contágio. Isso porque a doméstica seguirá um planejamento estabelecido e, com isso, os outros moradores da casa podem ser direcionados a cômodos que não estejam sendo limpos, evitando o contato direto. Por exemplo, se a empregada está na cozinha preparando o almoço ou dando faxina, os filhos, os idosos e quem esteja na casa permanece na sala ou no quarto.

A limpeza da casa

Em relação à limpeza dos ambientes e dos móveis, a empregada doméstica pode seguir realizando-as normalmente, com os produtos de costume. Entretanto, a intensificação do uso de água sanitária é recomendada para que todas as superfícies sejam desinfetadas, tomando como base que o vírus consegue sobreviver por algum tempo nelas. Todos os objetos tocados devem ser higienizados, bem como roupas e roupas de cama.

 


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Fontes: Doméstica Legal – domesticalegal.com.br
iDoméstica – blog.idomestica.com
por Renato Rodrigues

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